Bienal do Livro de São Paulo

Oi, Pessoal, tudo bem?


O post de hoje será bem especial, pois vou contar para vocês como foi a maravilhosa experiência de ter participado do primeiro final de semana da 24°Bienal do Livro de São Paulo. Para quem não sabe, de dois em dois anos, acontece a Bienal do Livro de São Paulo, que é uma das maiores feiras literárias do país, e o tema desse ano foi “Histórias em Todos os Sentidos”.  Então, eu fiquei muito feliz em ter tido o privilégio de realizar esse meu sonho literário (Obrigada, Mãe e Pai).


Antes de tudo, quem vai para a Bienal precisa fazer uma coisa: planejamento. Como é um evento muito grande, precisamos ficar de olho na programação para saber sobre as sessões de autógrafos do dia, sobre quais livros serão lançados e para reservar na agenda os eventos os quais vamos querer participar. Assim, antes de embarcar, eu já tinha feito uma listinha de quais seriam os eventos que iríamos participar e que precisaríamos pegar senha.


O dia mais corrido, puxado e animado foi, sem dúvida, o meu primeiro dia de Bienal, que foi no sábado (27/08), pois tivemos que pegar senha para as sessões de autógrafos do Augusto Cury, Paula Pimenta, Ana Beatriz Brandão, Marina Carvalho e Laura Conrado. Assim, chegamos bem cedo e pegamos logo o nosso lugar na fila. Numa Bienal, todo mundo tem um pouco de maratonista



O primeiro evento literário da tarde foi com a escritora Ana Beatriz Brandão, que estava lançando, no estande do Grupo Editorial Record, o livro O Garoto do Cachecol Vermelho. Esse livro, que entrou para a minha lista de leituras para resenha aqui do Blog, fala sobre a história de Melissa e do misterioso Garoto do Cachecol Vermelho. A trama promete muito romance e muitas lágrimas também, visto que um dos brindes para os leitores era uma caixinha de lenços personalizada. Eu nunca li nada da Ana Beatriz e fiquei muito surpresa por saber que ela só tem 16 anos (me senti bem velha, na verdade). Foi uma sessão de autógrafos bem divertida, pois ela é bem carinhosa com os seus leitores e porque fiz algumas amizades durante a fila. 


Quem me acompanha aqui no Blog e me conhece sabe que eu sou muito apaixonada pelos livros da Paula Pimenta e que ela é uma das minhas escritoras favoritas. Então, fiquei muito feliz por conseguir ver a Paula na Bienal, ocasião esta em que ela estava lançando o terceiro volume de Fazendo Meu Filme em Quadrinhos. Como sempre, a fila da Paula estava bem cheia e com muitas pimentinhas eufóricas. Como em todos os seus lançamentos, a Paula foi super carinhosa e atenciosa com as suas leitoras, conseguindo atender todos com o seu sorriso característico. O que me deixou ainda mais feliz, em seu lançamento, foi que ela lembrou de mim e da minha mãe. Então, saí de lá com meu exemplar autografado e com um sorriso ainda maior no rosto. 



Um dos meus momentos favoritos e emocionantes da Bienal foi ter conseguido realizar o meu sonho de infância, que foi conhecer o escritor Pedro Bandeira. Sabe aquele escritor que consegue transcender as gerações e se eternizar no tempo? Essa pode ser exatamente a descrição para esse autor tão amado e querido pelos seus milhares de leitores. Na sua fila, foi possível encontrar não só crianças, mas muitos adolescentes e muitos adultos, porque os seus livros são tão maravilhosos que conseguem deixar a sua marca em cada geração. Com abraços quentinhos e um sorriso no rosto, Pedro Bandeira atendeu todos os seus leitores e espalhou ainda mais amor, na minha tarde de sábado. 

 

Para finalizar o meu primeiro dia de Bienal, participei da sessão de autógrafos da Marina Carvalho e da Laura Conrado, que são duas escritoras nacionais maravilhosas e que todo mundo deveria conhecer. 


Por ter sido um evento pouco tarde, muitos leitores já estavam cansados do longo dia literário, mas as duas conseguiram levantar o astral de todo mundo, com a sua simpatia e com o seu jeito contagiante de conversar com as suas leitoras. Eu estava muito animada para conhecer pessoalmente as duas escritoras, porque sou muito fã do trabalho delas e porque elas nunca tinham vindo para minha cidade. Foi um momento tão incrível que até a Laura Conrado gravou um snapchat comigo e com minha mãe. Haha. 

O nosso domingo, que foi o nosso segundo dia de Bienal, foi bem mais calmo, mas igualmente emocionante. Como no dia anterior, chegamos cedo e conseguimos pegar a senha para a sessão de autógrafos da escritora Bianca Briones e do seu filho, o escritor Athos Briones.

A fila estava bem cheia, mas nem senti o tempo passar, pois logo engatei uma conversa animada sobre romances de época com duas amigas que fiz na fila, a Alessandra e a sua Mãe. A sintonia foi tanta que parecia que já tínhamos nos conhecido antes. A Alessandra também tem um Blog Literário bem legal que se chama Estante da Ale. Enfim, estávamos muito ansiosas para conhecer a Bianca e o seu filho. 

Por mais que a fila estivesse muito grande, a Bianca e o Athos foram super gentis, carinhosos e sorridentes com os seus leitores. E foi muito legal de participar desse momento, porque tínhamos ali mãe e filho escritores. Estou muito animada para começar a leitura dos dois livros que eles lançaram, individualmente, que se chamam: Como se fosse magia e Muito mais que o acaso.


Mesmo não tendo participado de outras sessões de autógrafos, rodando pela Bienal foi possível conhecer de pertinho outros escritores, que estavam divulgando os seus livros nos estandes ou apenas passeando pelo evento, como foi o caso da Babi Dewet e da Thalita Rebouças, que são duas fofas e muito simpáticas com as suas leitoras.

 


Os estandes dos expositores estavam muito maravilhosos, com layouts divertidos, interativos e únicos. O estande da Rocco, por exemplo, tinha uma parte dedicada tanto ao Harry Potter como à Clarice Lispector. Ao longo do espaço da Bienal, foi possível encontrar inúmeros cenários literários perfeitos para uma fotografia, conseguindo deixar na gente também um gostinho de saudade da nossa infância.


  


Enfim, participar da Bienal de São Paulo foi, com toda certeza, um dos melhores momentos da minha vida, pois os livros contam muito sobre a minha história. A Bienal foi maravilhosa não só por me permitir encontrar tantas escritoras e tantos escritores incríveis, mas por ter trazido para a minha vida momentos e pessoas inesquecíveis, e por me mostrar como ainda podemos encontrar pessoas que são apaixonadas pela literatura


4 comentários:

  1. Oi Isabel!
    Lendo seu post senti saudades da Bienal e de vocês. Parecia que já nos conhecíamos a muito tempo. Continuaremos a falar sobre nossos romances de época.
    Espero suas dicas!
    Bjos para vocês!

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    1. Já estamos com saudades de vocês também ! Temos que marcar um reencontro bem supimpa. Depois temos que falar sobre Cilada para um Marquês. Haha.

      Beijos no coração.

      Bel

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  2. QUE AMOOOOR!
    Ai que saudade de você já! Com você, minha Bienal foi melhor, pode ter certeza.
    E já quero indicações de livros da Babi Dewet, tá? Qual você me indica?
    Já fui procurar o da Laura Conrado viu? Não esqueci!
    Mas já vou começar a campanha #IsabelLeiaOutlander porque eu sou apaixonada pela saga, rs.
    Desejo muito sucesso e que essa Bienal seja ainda o início de todas as suas conquistas tanto pessoais quanto literárias, rs.
    Beeeeijos
    http://estante-da-ale.blogspot.com.br/

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    1. Pode ter certeza que a nossa Bienal também foi mais feliz por ter conhecido vocês. Ainda vou ler Sonata em Punk Rock da Babi e te mando notícias de como foi a leitura. Acho que essa campanha de ler Outlander vai dar certo. Haha. Vou colocar na lista. Tenho uma amiga que também ama a saga. Que os seus dias sejam sempre ensolarados e cheios de realizações literárias. <3

      Beeeeeeijos !

      Bel

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